A Beyoung, marca nativa digital brasileira de dermocosméticos, está mudando. Sim, ela passou por um processo de rebranding bastante interessante, que foi apresentado no Restaurante Panvino, em São Paulo, que contou com a presença de nomes como Kamila Fonseca, CMO da marca, a atriz Carolina Ferraz e as jornalistas Karol Pinheiros e Cris Guterres.
Fundada em 2016 como uma marca nativa digital de dermocosméticos, a Beyoung nasceu com o objetivo de aproximar tecnologia e beleza, oferecendo fórmulas de alta performance diretamente ao consumidor final. Em pouco tempo, conquistou espaço com produtos que dialogavam com uma geração mais conectada e atenta à praticidade, tornando-se uma das startups brasileiras mais comentadas no setor de skincare.

Nova fase: Olhar para as 50+
Nove anos depois, a marca inicia uma nova fase. Agora, seu olhar se volta para um público que cresce em relevância, mas que ainda encontra pouca representatividade no mercado: as mulheres maduras. A decisão surge em um momento em que os números falam por si. Segundo a Euromonitor, o mercado global de beleza focado em 50+ já movimenta mais de US$ 80 bilhões por ano e deve continuar crescendo, impulsionado pelo aumento da longevidade e pela busca de soluções eficazes e realistas de autocuidado. No Brasil, o IBGE aponta que mulheres acima de 50 anos representam cerca de 26% da população feminina – um contingente expressivo e em expansão.

Com o novo posicionamento “Na sua pele, no seu tempo”, a Beyoung reforça sua proposta de respeito à individualidade, valorizando o ritmo e as escolhas de cada mulher, sem promessas inalcançáveis. Mais do que uma estratégia de rebranding, a iniciativa sinaliza uma mudança de mentalidade no setor de beleza: a de que mulheres maduras não querem apenas produtos, mas narrativas que dialoguem com sua experiência de vida, sua pluralidade e suas demandas reais. E marcas que souberem compreender esse universo terão nas mãos um dos mercados mais promissores da próxima década.